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domingo, 2 de março de 2008


Urvasi e Pururavas
Certa feita existiu um rei que se chamava Pururavas. Ele era um rei muito virtuoso, e era muito bem conhecido por sua bondade e generosidade. Ele era, também, muito gracioso e muito respeitado por seu amor e bondade. Uma vez o rei encontrou uma Aspara no céu, chamada de Urvasi. Mitra e Varuna estavam desagradas com Urvasi, então ela deixou os céus, e desceu a Terra para morar como rei Pururavas.

Urvasi era muito linda, e encantadora; o rei tinha um profundo amor por ela. Da mesma maneira, a Apsara caiu de amor pelo rei, por ele ser o homem mais bravo e formoso do reino.

Certa feita Pururavas disse para Urvasi: “Leal donzela, eu a amo do fundo do meu coração, eu te imploro para me dares amor em retorno”. Urvasi enrubesceu, e olhou docemente para baixo em sinal de modéstia. Ela confessou que estava muito apaixonada pelo rei. Então ela prometeu casar-se com ele, se ele observasse duas condições. “Quais são estas condições?”, Perguntou ou rei Pururavas. “A primeira”, disse Urvasi, “meus carneiros deverão ficar comigo. Eu possuo dois deles, e os amo como se eles fossem meus próprios filhos. Eles deverão estar sempre próximo de mim, tanto de dia como de noite”.

O rei concordou com esta condição. “Minha segunda condição”, disse Urvasi, “é que nós devemos sempre nos despedir na escuridão da noite. Se eu vir você sem suas roupas do dia, o infortúnio irá seguir-se certamente”.

O rei concordou com esta segunda condição também. Então o rei e a Aspsara casaram-se, e viveram juntos em grande felicidade. Quanto mais um conhecia o outro, mais queridos se tornavam uns dos outros. Nesta felicidade maravilhosa, Urvasi esqueceu-se que não era uma mortal. Ela não tinha vontade de retornar aos céus, porque estava muito feliz vivendo uma vida na Terra.

Mas outras Apsaras e os cantores (Gandharvas) da corte de Indra sentiram a falta de Urvasi. Eles estavam entediados pela falta dela na corte do semideus Indra. Eles tinham conhecimento do acordo entre Urvasi e o rei Pururavas. Então eles elaboraram um plano para que o rei quebrasse o acordo, então Urvasi retornaria para os céus, e tomaria seu lugar na corte de Indra.

Eles enviaram, então, Viswavasu para levar o plano deles adiante. Ele chegou de noite no quarto de Pururavas e Urvasi, de forma secreta, e furtou um dos carneiros. Tão logo o Gandharva pegou o carneiro, ele baliu, e isso despertou Urvasi. “Quem está furtando meu filho?”, ela chorou, despertando. “Onde está meu marido; será que ele permitirá que meu carneiro seja furtado?”;

O rei ouviu os apelos de Urvasi chorando, mas não ousou sair de sua poltrona e perseguir o ladrão. Se Urvasi o visse, algum infortúnio deveria ocorrer por sobre ele. Mas a noite estava muito escura. Ele pensou, “Como ela poderá me ver”; “Não há nenhum vislumbre de luz”. Então o Gandharva furtou o segundo carneiro, e ele baliu alto pedindo ajuda. Então Urvasi gritou: “Que utilidade tem um marido para mim? Ele não me ajuda a quando meus carneiros estão sendo furtados!”

Então Pururavas pulou da sua poltrona, e pegou a sua espada, a começou a lutar com o ladrão, pedindo para ele parar, gritando em voz alta. Naquele momento, o Gandharva causou um flash rápido dentro do quarto, e tudo pareceu claro. Urvasi estava olhando na direção do rei, e ela o viu com suas roupas noturnas. O acordo havia sido quebrado, então Urvasi desapareceu.

O Gandharva largou os carneiros, mas estes também sumiram. Pururavas ficou sozinho no seu quarto, e a poltrona onde estava a sua esposa estava vazia.

O rei ficou muito infeliz. Onde teria ido Urvasi? Ele então deixou o seu palácio e vagueou pela face da Terra a procura de Urvasi. Ele estava sempre infeliz com a perda de Urvasi.

Nas suas caminhadas, o rei chegou a Kurukshetra, e então viu Urvasi. Ela estava brincando com outras Apsaras celestes no lago, maravilhosamente linda com lótus. Ele correu para ela chorando, “Urvasi, minha esposa, volte para este triste marido, retorne para Pururavas!”. Então Urvasi disse para o rei, “Não se aborreça mais, ó magnífico rei. Volte daqui a um ano, e eu irei dar a você um filho”.

No prazo estabelecido, o rei retornou a Kurukshetra, e novamente encontrou-se com Urvasi. Ela deu a ele o primeiro filho, cujo nome era Ayus. Então ela banhou o filho e pediu para que o rei voltasse dali a um ano, outra vez.

No final do segundo ano, Pururavas novamente se encontoru com Urvasi em Kurukshetra, e Urvasi deu a luz mais um filho para o rei. Banhou a criança, entregou para o rei, e disse que ele voltasse no ano seguinte.

Ano após ano, por cinco anos, o rei foi até Urvasi, e cada vez que a via ela lhe dava um filho. Ele jamais deixou de amá-la, e sempre tinha a esperança de que um dia ela voltaria para ela.

Quando Pururavas viu Urvasi pela quinta vez, ela disse-lhe: “Os Gandharvas estão agradados por você, Pururavas. Eles desejam conceder-lhe uma benção. Diga o que você deseja”.

O rei, então, respondeu. “Meus inimigos estão destruídos; eu tenho amigos, exércitos e riquezas. Há apenas uma coisa que eu não posso obter, é você minha Urvasi. Meu pedido, de bênção, é para permitir que eu viva na mesma região que você, minha amada!”.

Tão logo o rei disse seu desejo, os Gandharvas rodearam-no. Eles trouxeram um vaso de fogo e disseram: “Pegue este fogo, e, de acordo com as instruções dos Vedas, divida-o em três partes. Então mantenha o desejo de estar com Urvasi. Faça a oferenda para os Deuses, e você irá alcançar o que deseja”.

O rei pegou o vaso de fogo, e partiu com ele. Ele foi até a floresta, e então começou a pensar: “Como eu sou tolo! Eu peguei este vaso de fogo com os Gandharvas. Por que eu não peguei Urvasi?” Ele colocou o vaso de fogo no chão e foi para o seu palácio.

No meio da noite ele despertou, e pensou: “Como eu fui tolo, deixando o vaso de fogo na floresta” Depois de tudo, eu recebi um presente dos Gandharvas, que me queriam bem. “Eu voltarei até lá, e trarei o fogo para casa”.

Então ele ergueu-se rapidamente da sua poltrona, e voltou à floresta a procura do caso. Quando ele chegou no local, ela não pode encontrá-lo. Ele tinha sumido. Onde havia deixado o vaso estava uma jovem árvore Aswattha, que tinha crescido junto com uma planta Sami. Assim que ele viu as duas plantas jutas, ele pensou: “Eu irei produzir fogo novamente, esfregando estas duas plantas. Então eu irei adorar o fogo”. Pegou as duas plantas e retornou para o seu palácio.

Ele recitou as silabas dos versos sagrados, e cortou as plantas em forma de lenha, uma polegada para cada silaba dos Mantras. Então ele esfregou as varinhas juntas, tão logo pegaram fogo, surgiu uma fumaça, e logo veio a chama. Tendo feito o fogo, ele dividiu em três partes, e fez as oferendas para os deuses, e fixou a sua mente em reunir-se com Urvasi. Pururavas realizou o sacrifício e alcançou o lugar entre os Gandharvas. E também encontrou Urvasi entre eles. Desde então, Pururavas ficou sempre com Urvasi, sem temer qualquer infortúnio, sendo perfeitamente feliz. Nunca mais Pururavas e Urvasi separaram-se de novo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008


Kali Devi
Kali Devi é conhecida como uma encarnação de Parvati. Ela tomou esta forma para destruir o demônio Taktabija, cujo nome significa: “a semente do sangue”. Ninguém podia matar Raktabija, porque ele tinha recebido uma bênção dos Brahmanas que iria reencarnar mil vezes mais forte quantas gotas de sangue lhe fossem tiradas. Resultado disso, é que cada gota de sangue que dele saia brotava do solo como um outro mais poderoso Raktabija. Todos os semideuses foram a te o Senhor Siva pedir ajuda, mas Ele estava muito ocupado em meditação. Então os semideuses imploraram para Parvati por uma ajuda. De imediato, Parvati tomou a forma de Kali Devi. Seus olhos ficaram vermelhos, Sua compleição ficou escura, seus cabelos em desalinho, e Seus dentes apontaram agudos como caninos. Com Seus oito braços armados, Ele entrou montada por sobre um leão no campo de batalhas. Vendo-A, Raktabija tremou de medo. Kali perfurou Raktabija com Sua lança, e então bebeu o sangue do demônio, desta forma, Raksabija não podia se reproduzir do seu próprio sangue. Após beber o sangue de Raktabija, Kali cruzou correndo o campo de batalhas, e matou todos (defensores do demônio) que ousavam cruzar Seu caminho. Ela vestiu uma guirlanda de crânios, membros e tripas das Suas vítimas. Então os semideuses foram até o Senhor Siva e pediram para apaziguar Kali Devi. Para apaziguá-la, Siva jogou-Se sob os pés dela. Isso acalmou a Deusa, e a Sua forma feroz mudou para Gouri (compleição branca).


O CORVO E O VASO

Um corvo estava morrendo de sede.

Viu um vaso que tinha tão pouca água que o bico não alcançava.

Tentou derrubar o vaso com as asas mas era muito pesado.

Tentou quebrar com o bico e as garras mas era muito duro.

O corvo, com medo de morrer de sede tão perto da água, teve uma idéia brilhante.

Pegou umas pedrinhas e foi jogando dentro do vaso.

A água subiu e ele pôde beber.

Não há beco sem saída para quem se esforça na lida

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008


A Lenda do Monge e do Escorpião

"Monge e discípulos iam por um estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas.

O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido a dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou.

Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada.

Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

- Mestre deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!

O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu:

- "Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha."

Parvati



Parvati é uma divindade largamente idolatrada pelos hindus. É conhecida como cônjuge de ShivaGanesha. Por este motivo, aqui explicamos seu aparecimento e sua interação com eles. e mãe de

Parvati é uma das formas da deusa Shakti, especialmente criada para seduzir Shiva.

Veja abaixo a história detalhada da criação de Parvati, desde o momento em que Shiva perdeu seu primeiro amor:

Profundamente triste com a morte do primeiro amor de Shiva (Sati), ele se isolou em uma caverna escura no Himalaia.

Enquanto isso, os demônios liderados por Taraka, vieram e expulsaram os deuses para fora do paraíso. Os deuses precisavam de um guerreiro que pudesse ajudá-los a restaurar a ordem celestial.

"Apenas Shiva pode lutar como um guerreiro" disse Brahma.

Mas Shiva, imerso na meditação, estava alheio aos problemas dos deuses. Sua meditação produziu grande força e energia. Sua mente estava cheia de bons conhecimentos e seu corpo tornou-se resplandecente de energia. Mas todo seu conhecimento e energia, dentro de seu ser, não podia ser usado para ninguém.

Os deuses invocaram à deusa mãe, Shakti, para que encontrasse uma forma de contornar a situação.

"Eu vou me enroscar ao redor de Shiva, e absorver seu conhecimento e energia para o bem do mundo e farei dele o pai de uma criança." disse Shakti.

Shakti então encarnou como Parvati, determinada a retirar Shiva de dentro de sua caverna e fazer dele seu cônjuge.

Todos os dias Parvati visitou a caverna de Shiva, limpou o chão, decorou-a com flores e ofereceu a ele frutas, esperando ganhar dele o amor.

Mas Shiva nunca abriu seus olhos. Exausta, a deusa invocou Priti e Rati, deusas do amor e da longevidade.

Essas deusas entraram na caverna de Shiva e a transformaram em um belo jardim cheio da fragrância de flores e com o som de abelhas.

Guiada por Priti e Rati, Kama, o deus do desejo, assoprou e atirou flexas de desejo no coração de Shiva.

Shiva ficou furoso. Ele abriu seu terceiro olho e liberou chamas de fúria que engoliram Kama e reduziram seu belo corpo a cinzas.

A morte de Kama alarmou os deuses. "Sem a deusa do desejo, o homem não poderá abraçar a mulher e a vida cessará."

"Eu devo encontrar outra forma de atingir o coração de Shiva. Quando Shiva se tornar meu cônjuge, Kama renascerá." disse Parvati.

Parvati entrou na floresta e executou rigorosos tapas, não se vestindo para proteger seu corpo do clima rigoroso, não comendo nada, nem mesmo uma folha. Ao executar esses rigorosos procedimentos, Parvati ganhou a admiração das entidades da floresta, que a nomearam Aparna.

Aparna tocou Shiva em sua capacidade de se excluir do mundo e dominar seus desejos físicos. A força de seus tapas acordaram Shiva de sua meditação. Ele caminhou para fora da caverna e aceitou Parvati como sua esposa.

Shiva casou-se com Parvati na presença dos deuses, seguindo os rituais sagrados. Depois, levou-a para o local mais alto do cosmos, o monte Kailasa, o pivô do universo. Eles então se tornaram um e Kama pôde renascer.

Parvati amoleceu o coração empedrado de Shiva com seu afeto. Juntos eles descobriram as alegrias da vida de casados. A deusa acordou Shiva para o mundo, despertando nele vários desejos. Em troca, ele revelou a ela os segredos dos Tantras e dos Vedas, que ele havia adquirido durante a meditação.

Inspirado na beleza de Parvati, Shiva tornou-se o fomentador das artes, da dança e do teatro.

Conforme o combinado com os deuses, Parvati deu a aura de Shiva para eles e disse: "Daqui vocês vão poder retirar o deus da guerra que vocês procuram."

Os deuses deram a aura de Shiva para Svaha, cônjuge de Agni, a deusa do fogo. Incapaz de conservar a força da aura por muito tempo, Svaha deu a aura para Ganga, a deusa do rio, que refrigerou-a em suas águas congelantes, até que a aura de Shiva se transformasse em uma semente.

Aranyani, a deusa da floresta, embebeu a semente divina no solo fértil da floresta, que cresceu e se transformou em uma criança robusta com seis cabeças e doze braços.

As seis ninfas da floresta, chamadas Krittikas, encontraram esta bela criança em uma lotus. Tomadas de afeição materna, começaram a cuidar da criança. O filho de seis cabeças de Shiva, nascido de várias mães, tornou-se conhecido como Kartikeya.

Parvati ensinou a Kartikeya a arte da guerra e transformou-o em um guerreiro celestial chamado Skanda. Skanda comandou os soldados celestiais, derrotou Taraka na batalha e restaurou o paraíso aos deuses.

Skanda, guardiã do paraíso, destruiu muitos demônios que se opuseram ao reinado dos deuses. Mas ele não conseguiu derrotar o demônio Raktabija. Jamais o sangue deste demônio tocou o chão, pois quando ele jorrava, tranformava-se em milhares de novos demônios. Ele parecia indestrutível.

Para ajudar seu filho em sua batalha para afugentar os três mundos do demônio, Parvati entrou no campo cósmico da batalha como a temida deusa Kali.

Kali sugou o sangue que jorrava do demônio com sua longa língua antes que o sangue pudesse se transformar em novos demônios. Raktabija, sem poder se reproduzir, foi perdendo sua força. Então Skanda foi capaz de derrotar Rajtabija e todas as duas replicações com facilidade.

Skanda agradeceu sua mãe por sua ajuda. Para celebrar sua vitória, Kali dançou muito no campo de batalha.

Intoxicada pelo sangue de Raktabija, Kali correu pelos três mundos, destruindo tudo e todos os que estavam em seu caminho.

Para acalmá-la, Shiva tomou a forma de um cadáver e bloqueou seu caminho. Como deusa, cega pelo sangue, ver o corpo de seu cônjuge sem vida foi um choque que tirou-a do êxtase. Ela caiu em si e quis saber se havia matado seu próprio marido. Ela pôs um pé em Shiva e o trouxe de volta à vida.

Shiva então tomou a forma de uma pequena criança e começou a chorar, trazendo o amor maternal para o coração de Kali. Isso forçou-a a mudar para sua próxima forma: Gauri, a mãe radiante, provedora da vida.

Gauri disse a Shiva que desejava ter uma criança. Mas Shiva não estava interessado em uma família. Ele se afastou dela e foi à floresta fazer tapas.

Determinada a ser uma mãe, Parvati decidiu criar um filho dela própria sem a ajuda de seu marido. Ela cobriu sua face com pasta de sândalo, retirou a pele morta, misturou-a e moldou-a em uma bela boneca, para a qual ela assoprou a vida.

Então ela ordenou ao seu filho recém criado, cujo nome é Ganesha, que vigiasse sua caverna e dela afastasse todos os estranhos.

Quando Shiva retornou para Kailas, Ganesha não o reconheceu e o impediu de entrar na caverna.

Irritado pela insolência da criança, Shiva pegou seu tridente e cortou sua cabeça.

Quanto Parvati viu o corpo de seu filho sem cabeça, ela chorou copiosamente. Para acalmar Parvati, Shiva ressucitou a criança, colocando uma cabeça de elefante no pescoço cortado. ShivaGanesha como o primeiro de seus filhos. também aceitou

Ganesha, que impediu Shiva de atravessar a porta de da caverna de sua mãe, tornou-se adorado como o removedor de obstáculos, o senhor dos inícios e o senhor do aprendizado.

Com Parvati de seu lado, Shiva tornou-se um homem de família. Mas ele não abandonou sua forma de heremita: ele continou a meditar e imergir em sonhos. Sua falta de cuidado, sua recusa de responsabilidades algumas vezes irritou Parvati. Mas então ela voltava a si, conformava-se com os caminhos não convencionais de seu marido e restaurava a paz. A conseqüente paz matrimonial entre Parvati e Shiva assegurou a harmonia entre matéria e espírito e trouxe estabilidade e paz para o cosmos.

Parvati também se tornou Ambika, deusa da segurança de casa, do matrimônio, da maternidade e da família.